Creating Your Own Job


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Em emails, nas redes sociais e mesmo em blogs, costumo ver artigos com os títulos "como encontrar o trabalho perfeito", "como arrasar na primeira entrevista", "como subir de carreira"... termino por aqui a enumeração, porque a lista é infinita! A questão é que um dia gostava imenso de poder partilhar convosco dicas e boas maneiras para realmente conquistarem os trabalhos que tanto desejam. O único questão é que nem eu mesma estou a conseguir ir à luta e conquistar um lugar que seja num estúdio do meu interesse (e falo de áreas deste Design de Interiores até Redes Sociais, entre outras). Eu leio todos esses artigos (ainda por cima passam nos meus olhos em momentos de crise emocional) e por vezes tento implementar as dicas que garantem funcionar e... não funcionaram até agora. Acredito que podem funcionar para outras pessoas, mas... o problema não é só termos postura e um ótimo portfolio, o problema é também não haver trabalho! Esta questão será vista como polémica, dirão muitos que existe muito trabalho e que eu e outras pessoas somos só teimosas e picuinhas... O que respondo é que eu e muitas outras pessoas ainda temos sonhos, e ainda desejamos poder trabalhar nas áreas que estudamos ou que gostamos! Se entretanto não surgir nada, podemos contentar-nos com um part-time numa loja ou restaurante, mas aquele trabalho de sonho continua a ser o nosso foco! Aparte da polémica, a realidade é que isto não se passa somente em Portugal, passa-se em toda a Europa, e falo por experiência: existe pouco trabalho para tantas pessoas!

Mas depois para piorar ainda mais, vêm as notícias que invadem a televisão e a internet. Os políticos esses falam que o nosso país está a crescer, que temos as cidades no topo das listas do turismo internacional, que existe menos desemprego... A realidade é que o nosso país efetivamente está a melhorar, mas não é para os portugueses, mas sim para os turistas, para as pessoas ricas que querem investir, para celebridades que querem viver um sonho à beira mar... Para nós, a perspetiva não é bem a mesma, porque ainda hoje muitos empresários / líderes querem trabalhadores mas não querem pagar, e se pagam não dá sequer para sustentar o nosso nível de vida (quando falo disto, penso logo no preço das casas). Além disso, o nosso país também está a crescer porque essas mesmas pessoas que trabalharam anos a fio sem serem pagas ou mal pagas, decidiram "chega! vou criar o meu próprio trabalho" (ainda há tempos saiu um artigo sobre a taxa crescente de empresas e negócios em Portugal). Sinceramente, cada vez mais penso nessa opção.

Nunca na vida quis ir por esse caminho, porque sei o quão difícil e exigente é... além de nunca me conseguir ver como a cara de um gabinete (é muita responsabilidade)! Mas após tantas tentativas que sinto terem ido em vão, tanto tempo perdido a enviar emails e a ligar às pessoas e tanto trabalho por detrás de um portfolio, essa opção começa a fazer cada vez mais sentido. Para quem está a ler e começa a pensar da mesma forma, sinto que todos nós precisamos de um bocadinho de motivação e de bons exemplos para termos a força de começar! Por isso, fui falar um bocadinho com 4 pessoas que neste momento ou estão prestes a lançar o seu próprio trabalho ou já o fazem há anos. Espero que este artigo puxe pelo vosso lado empreendedor.

  MARTA SANTADA | &COVER
1 _ Para começar em grande, gostava que falasses um bocadinho de ti e do teu background! Sempre trabalhaste na área de design? Qual foi o teu primeiro trabalho? Queremos saber tudo!
O meu nome é Marta Santana, designer e fundadora da &COVER. Posso dizer que adoro simplicidade e organização e que o mais provável é que me encontrem atrás de um computador, com um outfit confortável e em processo de criação. Desde que me conheço que a minha paixão pelo mundos das artes se manifestou, no entanto, apenas em 2013, após terminar a licenciatura em Artes e Multimédia me apercebi que o rumo a seguir seria como designer. Neste mesmo ano comecei a trabalhar pela primeira vez, numa empresa relacionada com moda, como designer multimédia. Uma experiência bastante enriquecedora, com oportunidades muito interessantes desde visitar feiras de moda internacionas como a Bread & Butter em Berlim ou Momad Metropolis em Madrid, passando pela criação de uma linha de swimwear.

  2 _ Qual foi o momento no qual paraste e... "quero criar a &Cover"? Ou sempre existiu em ti essa vontade? Eu conheço muitas pessoas que sempre tiveram o sonho de criar o seu próprio trabalho, mas noto que cada vez mais pessoas seguem o mesmo rumo por não encontrarem o trabalho que procuram, entre outros motivos. E gostava de saber a tua história neste contexto! E também saber um bocadinho mais da & Cover.
Na verdade sempre quis criar o meu próprio negócio e tinha a certeza que iria acabar por acontecer. O percurso de trabalho convencional nunca me atraiu, assim como a vontade de trabalhar num ambiente de empresa, no entanto, decidi colocar essa experiência em prática antes de avançar. Em 2016 surgiu a oportunidade de conciliar um projeto pessoal com o meu emprego no momento, também como designer, e foi aí que avancei com a &COVER, que já vinha a ser planeada há algum tempo. Neste momento a &COVER define-se como um pequeno estúdio de design, focado no desenvolvimento de identidade visual e criação de recursos para criativos e empreendedores. Nem sempre foi assim, mas estamos a mudar e a crescer aos poucos. Ainda existem muitas novidades a chegar.

3 _ Eu sinto que a &Cover tem uma imagem muito coesa, desde os trabalhos até à identidade. Para quem está a começar, quanto tempo dirias que demoraste a afinar tudo até teres a empresa no ponto que está agora? Quais foram as fases do processo? Por vezes achamos que é um trabalho simples, mas... eu suponho que não seja de todo!
Criar um projeto, desde o conceito à imagem não é uma tarefa simples e eu tinha essa noção bem clara antes de começar, foram muitos meses de estudo e planeamento até ao resultado que podem ver agora. Comecei por estruturar um business plan, com todo o conceito, objetivos e público-alvo, algo que penso ser essencial a todos os projetos. Com esta etapa “terminada” passei a tratar de toda a imagem e site, que confesso que foi uma etapa complicada, pois como criativa tenho tendência a querer testar todas as opções possíveis. Só depois destas duas fases comecei a desenvolver conteúdos, a partir para as redes sociais e a aceitar clientes. Como perfecionista que sou e porque quero que a &COVER esteja sempre actualizada penso que nunca estará totalmente afinada e as alterações são constantes.

4 _ Como em tudo na vida, existem bons e maus momentos. Quais dirias que foram os melhores e piores momentos de teres criado a tua própria empresa? E que conselhos deixas para quem pensa fazer o mesmo?
Existem muitos bons momentos, como o facto de ter independência profissional, conhecer pessoas espetaculares com projetos inacreditáveis nos quais tenho o prazer de participar ou conseguir organizar o meu horário, no entanto, tenho que dizer que a vida de freelancer, ou empreendedora não é de todo um sonho. Quando estamos à frente de um negócio toda a responsabilidade recai sobre nós, a comunicação com o cliente, finanças, enfim, são muitos pratos a girar ao mesmo tempo. Não é bem um conselho, mas para quem pensa em iniciar o seu próprio negócio penso que é bastante importante ter noção do que este passo implica e de que é preciso uma grande capacidade de organização, persistência e dedicação.

SARA PAIS | SARA PAIS MAQUILHADORA
1 _ Para começar, gostava que falasses um bocadinho de ti! O que fazes, quais são os teus interesses... queremos conhecer-te um bocadinho melhor!
Desde cedo que me interesso por Moda e tudo o que está relacionado com a área - gosto do trabalho de backstage, de organizar e criar. Comecei a dedicar-me a aprender a maquilhar e todos os fundamentos mais teóricos quando entrei na faculdade porque necessitava de algo que me completasse extra-curso (adoro Medicina Dentária por combinar a parte médica e estética, mas nunca fui muito focada numa só área - preciso de um pouco de tudo aquilo que gosto ao mesmo tempo para me sentir eu!). Nos meus tempos livres, viajo muito, vou a museus e exposições de arte, vejo cinema (adoro cinema independente e filmes mais antigos, film noir e as divas da Golden Age) e tiro muita inspiração daí.

2 _ O teu perfil destaca-se dos restantes deste artigo, porque na realidade tu ainda estás a estudar! Porque decidiste criar o teu próprio trabalho tão cedo? E sobre o que é esse trabalho?
Inicialmente, não pensava em monetizar o hobbie - queria aprender apenas para mim e pelo acto de criar. Mais tarde, apercebi-me que maquilhar outras pessoas me dava um prazer enorme e comecei a ser chamada para trabalhos, o que implica estabelecer um caché. Paralelamente, queria viajar e conhecer o mundo, de forma independente. Decidi que o meu income da actividade de maquilhadora seria investido nesse crescimento pessoal e re-investido nos produtos que, inevitavelmente, tenho de ir comprando para maquilhar. O meu objectivo é simplificar o acto de maquilhar e mostrar aos meus clientes que é possível usar a maquilhagem como uma arma poderosa que nos deixa mais confiantes, realçando o melhor que há em nós. Dentro desta missão de levar a informação a todos, criei recentemente uma revista online (NUDE Magazine Portugal) acerca de moda, maquilhagem e lifestyle.

3 _ Estudando a área que estudas, que acredito que exige muitas horas de estudo e prática, como concilias ao mesmo tempo o teu trabalho?
De momento, o meu horário de faculdade não me permite trabalhar durante a semana, pelo que só tenho agenda de maquilhadora durante os fins de semana. É um curso que implica muito estudo e muitas horas clínicas, mas tenho conseguido conciliar bem. Muita gente me questiona acerca desse assunto e a minha resposta é sempre a mesma: se eu não fizer tudo o que gosto, algo começará a falhar. Às vezes, nem tudo corre bem na faculdade e tenho um bom feedback de uma cliente que me deixa feliz. Outras, ocorre o inverso e vem uma nota excelente após um dia stressante de maquilhagem de cliente e, no fim, tudo fica bem.

4 _ Já a pensar um bocadinho no futuro, quais são as tuas expectativas? Vais manter este trabalho ou após terminares o teu curso vai dedicar-te a 100% à tua área profissional? E como vês o ambiente profissional em Portugal?
Vou, definitivamente, manter a minha atividade como maquilhadora após terminar o curso de Medicina Dentária e espero ter mais tempo para me dedicar e trabalhar em ambas. O panorama profissional em Portugal é bastante semelhante para as duas áreas pois trata-se de trabalho independente e por conta própria. Acredito, verdadeiramente, que quem trabalha arduamente e com confiança consegue encontrar emprego e ir fazendo o que mais gosta. Nem sempre é fácil e a remuneração não é a mais justa - estive 4 anos a trabalhar como maquilhadora sem conseguir tirar lucro, o investimento é muito grande - tanto pessoal como financeiro -, mas agora estou numa situação estável. Quero especializar-me e fazer crescer as minhas atividades profissionais futuras.

PABLO PARRA | HEY FUNGI
1 _ Não podemos começar sem falar um pouco sobre ti! Qual é o teu background criativo? E como criaste o Hey Fungi?
Eu estudei design gráfico no México (a minha cidade natal) e depois de algumas aventuras decidi me mudar para Barcelona em 2015 para estudar num curso no IED. Eu criei Hey Fungi em 2012 (um blog cheio de cores brilhantes, ilustrações e histórias peculiares) para praticar com minhas habilidades de ilustrações, já que eu não gostava das minhas aulas de desenho na universidade e costumava ter algum tempo livre. Eu nunca criei com a intenção de me tornar uma celebridade blogger, só queria criar um portfolio e compartilhar minha visão com a internet.

2 _ Eu sei que tu estás a criar o teu próprio trabalho neste momento! Mas vi muito interesse em incluir-te neste artigo, porque estás no processo e podes ter uma perspectiva diferente do grupo que entrevistei. Logo, primeiro, porque decidiste criar o teu próprio negócio? Do que será? E como estás a organizar todo o trabalho?
Depois de ter três trabalhos em escritório (o que me ensinou muitas coisas), decidi começar a aventura de ter meu próprio negócio, embora eu esteja apenas a começar essa ideia nomeu pequeno home studio. As minhas experiências de trabalho foram diferentes, mas o meu último chefe achou que ele era o dono da minha vida e do meu tempo e eu decidi cortar esse relacionamento por causa disso. Eu não vou mentir, o cenário de trabalho atual, pelo menos em Espanha, não parece lá muito bom para todos os criativos, mas acredito que podes jogar a moeda e criar o teu próprio trabalho. Se os outros foram capazes, porque não havias de poder tu? Atualmente estou a tentar organizar o meu tempo (trabalhar em casa pode ser complicado às vezes e é difícil de dominar), mas eu diria que algo que realmente funciona é definir horários e aprender a separar o teu tempo de lazer do tempo do teu trabalho (é super difícil, mas não impossível). Neste momento, estou a trabalhar como designer freelancer e a criar conteúdo para algumas contas de social media, ilustrações personalizadas para clientes e a planear uma loja online com foco em ilustrações e paper goods. Espero conseguir um pequeno escritório no futuro.

3 _ No meu país, vejo mais e mais pessoas a criarem os seus próprios empregos. Sinto que não há empregos para todos e as pessoas ainda têm o desejo de trabalhar nas áreas que amam, então... acabam por criar negócios independentes! Sentes o mesmo no teu país / cidade?
Passa-se exatamente o mesmo aqui! E isso também se aplica no México, não apenas em Espanha. Eu diria que esta é boa ideia e devemos aprender a confiar e colaborar com pequenas e médias empresas. A parte mais difícil é a burocracia e os altos impostos a pagar.

4 _ Por último, mas não menos importante, neste momento, olhando para todas as coisas que ainda tens para fazer para criar o teu negócio, quais são suas expectativas? E preocupações? E também, (sem qualquer pressão), quando achas que vais lançar o seu negócio?
Não vou mentir, a coisa que mais me preocupa são os impostos e lidar com toda a papelada, mas agora tenho um contabilista que me está a ajudar com essa parte (recomendo a todas as pessoas que querem começar um negócio para não evitarem esta parte, é chata, mas é crucial). Tenho muitas expectativas e espero que num futuro próximo possa ter um pequeno escritório e até mesmo contratar um assistente (pelo menos como estagiário, um homem pode sonhar certo? Haha). O meu estúdio "de negócios" ou criativo está operacional atualmente, só preciso de resolver toda a papelada este mês para começar a trabalhar ainda mais rápido, por isso, desejem-me boa sorte!

ANA CRISTINA MORAIS | NEWWW
1_ Acho que devemos começar por saber um bocadinho mais sobre ti! Quem é a Ana Cristina por detrás do Newww? E o porquê de teres criado a tua empresa? E claro, fala um bocadinho do Newww.
Definir-me é limitar-me. Mas, sou uma mulher como tantas outras, malabarista, inquieta, curiosa, ávida de saber... Ao criar o Newww quis sintetizar! O design é a minha paixão em todas as suas vertentes, tenho taquicardias quando vejo um rótulo de vinho bem desenhado e viro o mundo do avesso (e poupo muitos tostões) para comprar aquele tipo de letra super bem desenhado que não me sai da cabeça. Mas, senti necessidade de criar um projecto direccionado, onde me pudesse colocar à prova. Pensei num público-alvo e desenhei um projecto em volta disso.

2 _ O teu website acaba por reunir muitas vertentes. Desde trabalho e portfolio, até mesmo blog, loja... Sempre foi o teu objetivo quando criaste o Newww manter uma dinâmica aberta a todas essas variantes ou foi algo que surgiu com o tempo?
O Newww começou a correr tão bem, tenho em mãos projectos tão interessantes e desafiantes, que acabo por descurar a parte de business tips. Ou seja, o Newww pretende ser uma plataforma de auxílio a quem deseja criar o seu próprio negócio, faço isso em “privado” com as minhas clientes, mas em breve quero reunir todas essas dicas e colocá-las ao dispor de quem visita o site. Quero que seja uma plataforma de apoio e inspiração!

3 _ Quando normalmente procuro artigos que falam deste tema (criar o próprio trabalho) surge sempre a questão da idade, família... quando entra no tema uma mulher! Pessoalmente, diria que com mais maturidade, chegamos a melhores resultados. Mas e tu? Tu sentes que esses fatores impedem alguém de criar o seu próprio trabalho? Existe mesmo algum tipo de data de validade?
O Newww surgiu numa nova fase da minha vida, durante o periodo de licença de maternidade (que na realidade não tive)! Mas quando se tem um bebé pequenino, há muito tempo parado (não livre!), e dava por mim a desejar fazer algo diferente quando voltasse a ter a minha autonomia. Como vês, foi no meio dessa fragilidade (que é comum a uma mulher recém-mamã, com a vida virada de pernas para o ar e a encaixar num novo eu) que ganhei força e comecei a fazer com que as coisas acontecesse. Acho que não há prazo de validade, mas nesta área, temos de estar um passo à frente e não há lugar para a estagnação, pergunto-me até quando serei assim inquieta, até quando vou acompanhar as novas correntes! Mas, isso não me preocupa muito, tenho a certeza que hei-de encontrar o meu lugar ao sol ao longo do tempo e, quanto mais conhecimento adquirido melhor criativos seremos.

4 _ Tu já reúnes 10 anos de experiência na área! E por isso, melhor do que ninguém, sabes como fazer as coisas. Por isso, que conselhos e dicas dás a quem sente vontade e quer começar a sua própria empresa?
Se pudesse dar um conselho a quem começa agora (e quem me dera saber isto há 10 anos atrás) seria: ter auto-confiança (que leva ao valor e ao respeito). Porque quando trabalhamos por nossa conta é comum passarmos os limites! É preciso saber valorizar e respeitar o nossa trabalho para que os outros também o façam, e digo isto em relação aos horários de trabalho, ao impôr a nossa vontade e, claro pedir dinheiro (afinal vivemos do nosso trabalho) e definitivamente temos de perder o medo de falar de dinheiro.

Comments

  1. Nice post! Really amazing. Are you a content writer?
    Can you please write about makemyorders.com?

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    1. Thank you. This type of matters should be discussed by email and not on my coments.

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  2. Compreendo exatamente o que estás a dizer. Há um ano atrás mudei de cidade para poder trabalhar na minha área mas no entanto mandaram-me embora no final do contrato por não haver tanto trabalho como esperavam. Felizmente durante o tempo em que ainda trabalhava na empresa comecei a fazer pequenos trabalhos em casa como freelancer (a trabalhar para pessoas e empresas que não são portuguesas, pois claro) e parece que tudo começa a ter um rumo. Esperemos que sim e que contigo se passe o mesmo. Nada acontece de um momento para o outro e eu acredito que tudo acaba por acontecer se trabalhar-mos para isso. Continua com força que tudo vai melhorar!

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    1. Como te entendo. Eu também trabalhava numa empresa e gostava muito de lá trabalhar. Contudo, subitamente e por assuntos que ainda hoje ninguém consegue entender despediram-me. Ou seja, não tive chão naquele momento, nem andava à procura de nenhum emprego! Desde então tenho feito trabalhos como freelancer mas... queria algo mais sério e fixo! Por isso nunca desisti de tentar encontrar trabalho! Ando sempre a enviar CVs, vamos ver como corre! Senão correr bem... terei de dar a volta pela via que tu própria fizeste, como a fazer cada vez mais sentido! Boa sorte para ti :) E obrigado pelo comentário, acaba por me dar mais força neste assunto tão difícil!* Beijinho*

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  3. A verdade é mesmo essa, por muito bons que sejamos, somos demasiadas pessoas para poucos trabalhos. Os posts de dicas de carreira, à semelhança de muitos outros posts de dicas, nem sempre resultam connosco, e não quer dizer que sejam uma treta, é como tu dizes, o que para uns resulta pode não resultar para outros.
    Acredito que, apesar deste cenário muito negativo para nós, jovens, com muita persistência, trabalho e dedicação acabamos por conseguir ter os nossos empregos de sonho.
    Beijinhos
    Blog: Life of Cherry

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    1. Pois, eu comprovo isso! Sempre que surge uma oportunidade de trabalho, quer seja numa grande empresa, ou numa loja no shopping, imensas pessoas concorrem! Tentamos de todas as formas, tentarmos ter o mais possível nos nossos CVs e... por vezes nada depende de nós! Depende das empresas e das poucas vagas que existem. Eu acredito que sim, simplesmente acho que só os conseguiremos a avançar sozinhos, e não a par de uma empresa... o que nos leva a um futuro incerto! Beijinho* E obrigada pelo comentário!

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  4. Concordo plenamente.
    Eu estou a trabalhar numa loja. Nao foi pra isso que estudei mas de alguma maneira tenho de ganhar dinheiro neh? Sinceramente ultimamente até me sinto perdida.
    Gostei muito do teu post. Grandes inspirações.
    Beijinhos

    Blog ChocoPink / Instagram / Facebook

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    1. Eu já tentei em lojas, mas ao que entendi... tenho um CV muito completo para eles! Nuns sítios temos ainda de ter mais completo, noutros parece que quanto menos melhor... alguém que entenda! Eu compreendo. Sentir perdida tem sido o meu estado mental dos últimos meses!
      Obrigada :D Beijinho*

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  5. This was so interesting to read. Each person's story is so inspiring. I love that each one went for their dreams and are doing what they love the most.

    www.fashionradi.com

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    1. Oh thank you! It means a lot to me! And yes, I hope this article is an inspiration to everyone that just like me feel lost and in search for something greater in their professional life! Kiss*

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  6. Confesso que sempre foi um sonho meu, ter o meu próprio negócio, sempre me interessei por diversas áreas, mas a moda sempre foi aquela que brilhou mais alto, adorava poder ter o meu espaço, vender as minhas roupas mas sei que é um mercado super competitivo e com pouca procura em Portugal.
    A falta de dinheiro para investir e o medo do desconhecido, de arriscar, da burocracia, acho que vão sempre impedir-me de o fazer.

    MRS. MARGOT

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    1. Eu entendo, então na área de moda é mesmo muito difícil. Eu vejo pessoas que têm a sua própria marca e vivem de ajudas do estado ou trabalham a full time em empresas e no tempo livre trabalham nas suas coleções! É mesmo difícil. Mas se queres muito, tenta, nem que comeces numa empresa e depois evoluas sozinho! Acho é que é essencial teres a experiência dentro de uma empresa antes de avançares sozinho :) Beijinho*

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  7. I'm in your same situation so this blog post is really inspiring :)

    Check out my latest outfit post if you want:
    ---> https://evaredson.blogspot.it/2018/04/afternoon-in-city-spring-2018-look.html

    xx Eva

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    1. I'm happy that you felt inspired! Thank you* :)

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  8. Adorei estas histórias e admiro muito quem se "faz à vida" e não desiste de criar e viver aquilo que gosta :)
    Parabéns!
    É um caminho difícil mas gratificante! Fiz o mesmo com Mulher XL, muitos anos de trabalho que agora começam a dar resultados!
    Ler estas histórias é inspirador pois muitas vezes sentimo-nos sozinhas nesta jornada.

    Claudia - Mulher XL - www.mulherxl.pt/loja

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    1. Oh obrigada! Fico mesmo feliz ao saber que gostaste deste artigo! Sim sem dúvida, eu própria ao ler estas histórias fiquei ainda mais motivada em tentar seguir o meu próprio caminho profissional. Não páro de enviar CVs e ficar sem resposta logo... tenho de ver uma alternativa! Beijinho e boa sorte no teu projecto! *

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  9. I can't thank you enough for including my profile in this post, always a fan of Fine Alchemy and such a good post to promote young talent and of course effort. Let's fight for what we want ;)

    Pablo
    HEY FUNGI 

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    Replies
    1. Oh thank you so much! You know that it's mutual :D I can't thank you enough for the help! Kiss*

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  10. Such inspirational women
    I love a good career working!

    Much Love, Jane | The Bandwagon Chic
    New Vlog Entry!

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